A Sacerdotisa
" Existe uma cachoeira linda, oculta no meio da mata e conhecida como Proibida , aonde habita Kaila a pantera e sua mestra , A Sacerdotisa. Iluminada pela lua crescente ela medita sobre os mistérios sagrados banhando-se nas águas cristalinas da Proibida..tem em suas mãos todo a sabedoria de eras vividas ,de outros planos, de outras consciências..Nesta cachoeira, o silêncio fez em mim morada e santuário.. tornou-se sagrado . E ao lado dela, Kaila a pantera,assiste com carinho a sua ama meditando pronta para seguir suas ordens.Eis que ela, a buscadora, encontra seu nome dentro dos olhos oblíquos e dourados da Pantera... ela se veem e se fundem em um único ser A pantera é a representação do sagrado feminino e dos poderes intuitivos da Sacerdotisa, a Lua negra e o silêncio das matas pertencem a Kaila. Acompanha-a durantes suas andanças na mata e suas jornadas espirituais através do Entremundos."
A Lunação trouxe-me muito mais do que sonhos lúcidos, trouxe-me também uma consciência maior do que sou e do que desejo. me livrar de coisas que não se ajustava mais a minha forma de pensar e amar. Trouxe-me paz e alívio imensos.
Ao deixar isso para trás percebi o quão dolorido era insistir em relações que não agregavam e apenas alimentava antigas dores. Era como um cutucão constante na ferida não -cicatrizada. Um relembrar de algo, ainda que fosse através do outro, que não tinha cura. Uma morte em vida.
Minha Sacerdotisa mergulhou fundos nas suas águas emocionais,encontrou dentro de si a paz q eu mesma já tinha dado como perdida para sempre..
A plena convicção da verdade interior, sem os véus emocionais que turvavam sua visão. Ela.. tão intuitiva e ao mesmo tempo tão racional nos seu apontamentos me mostrou que eu não estava seca.
Tal como eu queria e tal como foi visto..
E enquanto seu fundo secava e o do Hierofante também eu recuperava minhas emoções.. Com o fim do seu Ciclo, a Sacerdotisa me recoloca no meu centro interno,
Aprendi com ela o real sentido do perdão amoroso..a não apenas dizer que perdoa mas de fato , se colocar no lugar do outro e entender suas razões e ainda ama-lo.
Eu me libertei ,mergulhando nas mesmas águas emocionais que a Sacerdotisa e banhei meus cabelos pedido cura e fé.
Para que possamos acolher tudo aquilo que não está nesta frequência, devemos acolher o barulho e alquimizá-lo dentro de nós, ao invés de criar mais separação; ao invés de criar mais isolamento. O nosso trabalho é acolher. É trazer tudo para o coração. Tudo se dissolve no amor. Tudo se dissolve no silêncio, porque o amor é silêncio.
Com a Sacerdotisa e seu silêncio aprendi o tempo da Alma que difere do tempo que vivemos aqui.
Vi a linha da vida ser desenrolada e reorganizada, nós emocionais foram desfeitos, nós de séculos..
Vidas que se uniram e reuniam mas nunca podiam ser felizes.. não havia o perdão e a compreensão,
Traumas e medos de abandono, solidão que pertenciam a um outro eu, uma outra época e que agora dissolveram-se na sabedoria amorosa do arcano II.
O saber de que nossa história aqui e agora é apenas uma página de um longo livro que escrevemos juntos.. entre embarcações e caravanas ciganas.
Com um banho gelado nas águas emocionais, meu coração se revigorou e eu, pronta para amar de novo
Permitir que meu ser seja inundado de amor, carinho e paz e as últimas pinceladas da Sacerdotisa coincidiram com o Eclipse do dia 20 de março, com o Equinócio de outono, com o novo ano astrológico.
Uma nova vida , uma nova chance,uma nova forma de amar agora muito mais madura e consciente dos caminhos que me fizeram chegar até aqui.Na paz que apenas a percepção do seu mundo interno pode prover.. testemunhar o que acontece lá fora, no Mundo da dualidade... Ela olha para dentro e vê a verdade do externo.
Dizem por aí que sou teimosa,dizem por aí que eu deveria aprender a deixar ir, a não me importar, a desapegar
Vidas que se uniram e reuniam mas nunca podiam ser felizes.. não havia o perdão e a compreensão,
Traumas e medos de abandono, solidão que pertenciam a um outro eu, uma outra época e que agora dissolveram-se na sabedoria amorosa do arcano II.
O saber de que nossa história aqui e agora é apenas uma página de um longo livro que escrevemos juntos.. entre embarcações e caravanas ciganas.
Com um banho gelado nas águas emocionais, meu coração se revigorou e eu, pronta para amar de novo
Permitir que meu ser seja inundado de amor, carinho e paz e as últimas pinceladas da Sacerdotisa coincidiram com o Eclipse do dia 20 de março, com o Equinócio de outono, com o novo ano astrológico.
Uma nova vida , uma nova chance,uma nova forma de amar agora muito mais madura e consciente dos caminhos que me fizeram chegar até aqui.Na paz que apenas a percepção do seu mundo interno pode prover.. testemunhar o que acontece lá fora, no Mundo da dualidade... Ela olha para dentro e vê a verdade do externo.
Dizem por aí que sou teimosa,dizem por aí que eu deveria aprender a deixar ir, a não me importar, a desapegar
Dizem por aí que eu enlouqueci no processos de criação do Entremundos..
Nada disso importa.
Tenho em meu coração a paz e a certeza do que sou, que sinto e de como seguir em frente.
Sou sim teimosa.. e aprendi como boa oraculista a dar ouvidos as previsões. E a não ouvi-las também, pois aos Deuses nosso destino está confiado e eles estão acima de cartas e pedras.
Eles não tem me deixado só.
Nada disso importa.
Tenho em meu coração a paz e a certeza do que sou, que sinto e de como seguir em frente.
Sou sim teimosa.. e aprendi como boa oraculista a dar ouvidos as previsões. E a não ouvi-las também, pois aos Deuses nosso destino está confiado e eles estão acima de cartas e pedras.
Eles não tem me deixado só.
Nunca.
Meus agradecimentos eternos à Jéssica Helena e a Ísis Barros, por me mostrarem o caminho das águas
Meus agradecimentos eternos à Jéssica Helena e a Ísis Barros, por me mostrarem o caminho das águas





O que dizer dessa imagem e desse texto que parece-me, fala de mim?
ResponderExcluirSerá essa Sacerdotisa que habita em nós que se reconhece nas irmãs, as panteras que se unem na sagrada liberdade do auto-conhecimento, na verdade suprema do amor incondicional?
Será a simples abertura do coração e do espírito ao novo, ao desconhecido, ao temido e, ao mesmo tempo, tão necessário mistério dos encontros?
É a simples rede à qual estamos conectados, todos, que nos conduzem a esses sentimentos de irmandade, de reconhecimento, de estar no outro e ter o outro em nós. Afinal, como é possível que eu conheça alguém sem me conhecer? Como é possível amar outrem, sem amar a mim mesmo? Como é possível perdoar um outro ser sem antes aprender a perdoar meus próprios erros?
Tantas palavras para dizer, simplesmente, que sua magia, amada Katharina, me reconectou com o todo. Me ajudou com inúmeros processo de reconhecimento de minha potencialidade divina e que, graças a essa conexão, consegui adentrar num novo período do meu caminho.
A gratidão é recíproca! E que possamos partilhar muitas outras viagens, curas e magias por esse mundo tão belo e amoroso! <3
Parabéns, amei o seu trabalho.
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